Árvores do Alentejo
Florbela Espanca
Horas mortas... curvadas aos pés do Monte
A planície é um brasido... e, torturadas,
As árvores sangrentas, revoltadas,
Gritam a Deus a bênção duma fonte!
E quando, manhã alta, o sol postonte
A oiro a giesta, a arder, pelas estradas,
Esfíngicas, recortam desgrenhadas
Os trágicos perfis no horizonte!
Árvores! Corações, almas que choram,
Almas iguais à minha, almas que imploram
Em vão remédio para tanta mágoa!
Árvores! Não choreis! Olhai e vede:
-Também ando a gritar, morta de sede,
Pedindo a Deus a minha gota de água!
Informações, desinformações, poesia, música, idéias... O que eu achar interessante na hora de postar vai estar aqui. Entre e sinta-se em casa.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Marina
Estou em Fortaleza.
Saí da casa do meu pai hoje para vir ao hotel. Sem internet no quarto. Repartindo a recepção com um monte de gente e brigando por tomadas... :/ Achei uma no meio da passagem mas roubei uma cadeira e aqui estou mas está começando a cansar...
Preciso comprar fones de ouvido.
Saí da casa do meu pai hoje para vir ao hotel. Sem internet no quarto. Repartindo a recepção com um monte de gente e brigando por tomadas... :/ Achei uma no meio da passagem mas roubei uma cadeira e aqui estou mas está começando a cansar...
Preciso comprar fones de ouvido.