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domingo, 13 de fevereiro de 2011

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Árvores do Alentejo
Florbela Espanca

Horas mortas... curvadas aos pés do Monte
A planície é um brasido... e, torturadas,
As árvores sangrentas, revoltadas,
Gritam a Deus a bênção duma fonte!

E quando, manhã alta, o sol postonte
A oiro a giesta, a arder, pelas estradas,
Esfíngicas, recortam desgrenhadas
Os trágicos perfis no horizonte!

Árvores! Corações, almas que choram,
Almas iguais à minha, almas que imploram
Em vão remédio para tanta mágoa!

Árvores! Não choreis! Olhai e vede:
-Também ando a gritar, morta de sede,
Pedindo a Deus a minha gota de água!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Marina

Estou em Fortaleza.
Saí da casa do meu pai hoje para vir ao hotel. Sem internet no quarto. Repartindo a recepção com um monte de gente e brigando por tomadas... :/ Achei uma no meio da passagem mas roubei uma cadeira e aqui estou mas está começando a cansar...
Preciso comprar fones de ouvido.